quarta-feira, 24 de abril de 2019
TRIBUNA LEONINA 23 ABR
http://tribuna-leonina.com/?cronicas=solidariedade-leonina
SOLIDARIEDADE LEONINA
Decorrido o período Pascal, que tem um significado simbólico para unir os crentes em particular em torno do amor ao próximo defendido por Cristo, como dizíamos, após o período referido, abordemos a questão da solidariedade que é uma palavra carregada de entrega aos outros e não pode ser só para questões de promoção social.
Solidariedade sportinguista sempre esteve no génese e nos alicerces da fundação do Sporting, o conceito foi-se adaptando às épocas da sociedade, até ao período revolucionário assumia-se mais pela via da chamada previdência e da esmola.
No início dos anos oitenta do século passado foi constituído um Grupo de Solidariedade Sportinguista que teve como foco principal o apoio aos jovens e aos mais idosos. Com as alterações de gestão ao longo dos anos mas que sempre projetaram o crescimento do espirito institucional, entretanto alicerçou-se na constituição da Instituição Particular de Solidariedade Social, podemos afirmar que os “Leões de Portugal” tem História e provas dadas no serviço à causa leonina e ao País em geral.
Na última década foi constituída uma outra instituição denominada “Fundação Sporting”. Tivemos oportunidade em local apropriado, nomeadamente, no Conselho Leonino manifestarmos a nossa discordância aquele desiderato e nos termos em que foi constituída, porque no universo sportinguista, já existia uma I.P.S.S.
Sempre entendemos que a nova “Fundação Sporting” deveria ser estrategicamente vocacionada para a internacionalização desportiva e captação de apoios para investir em interesses socais fora da fronteira de Portugal. Ao invés, por ignorância ou por incompetência ou por incapacidade de interesses resolveram também entrar na área da solidariedade social, com a variante do desporto adaptado.
Não estamos contra, pelo contrário, no apoio ao desporto de paraolímpico; consideramos erro estratégico e de grande confusão existirem duas instituições de natureza idêntica no universo leonina, até pelos motivos que as Leis do Estado permitem.
Estamos a referir-nos em concreto duas instituições leoninas captarem receitas do I.R.S., também aqui, somos singulares e únicos.
Este Conselho Diretivo que tanto apregoa à transparência daria um bom contributo aos associados alterar o desígnio atual da Fundação Sporting e captar investimento internacional através também de projetos sociais na cooperação e desenvolvimento de fundos europeus e protocolar com os Leões de Portugal a solidariedade social leonina.
Mas, em vez de socialmente procurar o protagonismo de vaidades individuais deveria denunciar o que foi feito no passado, na incorporação de recursos provenientes sabe-se lá de onde.
Temos memória e conhecimento para manifestar a nossa discordância sobre o que se passa porque a escassez de recursos nunca foi bom para ninguém e os sportinguistas devem saber as verdades e serem solidários com o coração no amor ao próximo e deixar para plano secundário o que é socialmente bonito.
sexta-feira, 5 de abril de 2019
TRIBUNA LEONINA
http://tribuna-leonina.com/?cronicas=lideranca-e-uniao
LIDERANÇA E UNIÃO
Sejamos claros e honestos na transparência e nos valores livres que assumimos. Numa empresa, a saúde financeira e o bem-estar dos seus colaboradores são fatores de grande unidade na missão da empresa.
Num partido político, em qualquer área de poder e de acordo com a grandeza, a distribuição de cargos, funções e outras benesses são fatores que contribuem para a unidade em torno da mesma bandeira, secundando os valores ideológicos.
Num clube desportivo, em especial no Sporting, os resultados desportivos contribuem em muito para a união da massa associativa e dos adeptos, tudo o restante é secundário.
Obviamente, as considerações anteriores são sintéticas e generalizadas.
Acima de tudo, para a consolidação dos propósitos da união há que ter uma liderança forte e que seja eficaz.
Os princípios que sempre defendemos na dedicação à causa pública, seja no formalismo de instituição privada ou da instituição pública relevamos a sobrevivência futura e não apenas somente com os resultados virtuosos pontuais.
O Sporting é grande pela sua História centenária, apesar da falta de êxitos nos últimas anos. E não nos satisfaz pequenos momentos de glória sem olhar para o futuro.
Neste momento, o fator de unidade dos sportinguistas deve-se a uma liderança chamada: Bruno Fernandes, tudo o restante à sua volta é fraco nas linhas orientadoras.
Bruno Fernandes, assume a garra leonina e diz o que todos sonhavam que acontecesse. O ano anterior foi atípico e este ano quer demonstrar o valor, respeitando o adversário do mesmo modo como foi o ano anterior no Jamor.
Ele diz, que foi a atitude e a intuição a conduzir aos êxitos, desta época. O que ele não diz, afirmamos nós, é que prossegue um caminho sem orientação atividade de uma gestão com vistas curtas.
Estamos felizes por voltarmos a estar na final do Jamor, que até nos pode abrir outras perspetivas futuras, mas não podemos com isto esquecer a hipoteca futura que prossegue do Sporting, para os próximos anos.
quinta-feira, 21 de março de 2019
TRIBUNA LEONINA
http://tribuna-leonina.com/?cronicas=o-papel-dos-nucleos-leoninos
O PAPEL DOS NÚCLEOS LEONINOS
Tivemos escola e fizemos doutrina sobre o que é, o que deve ser o papel de um Núcleo Sportinguista.
Convictamente, denunciamos que desde há duas décadas para cá, ocorreu uma alteração substancial no relacionamento entre o Sporting e os seus Núcleos.
O Sporting Clube de Portugal não tem capacidade e competência para limitar a autonomia dos núcleos, mas pode sensibilizar e influenciar a sua ação. Ou seja, os núcleos constituem-se como associação com personalidade jurídica perante o Estado Português e posteriormente são reconhecidos perante o Sporting.
Os Núcleos assumem compromissos financeiros, que vão desde as suas próprias sedes e outros encargos. Por essa razão, o Sporting não tem recursos financeiros para subsidiar aqueles encargos, mas tem capacidade limitada de interferir no espirito desportivo da associação.
Os núcleos devem cingir-se a determinadas atividades agregadoras socialmente dos sportinguistas na área da sua influência e cooperar com o Sporting em benefícios para todos, sejam eles associados do Núcleo ou não.
Ao invés um núcleo que se torna numa associação desportiva, ou seja que desenvolve uma atividade desportiva competitiva própria deve tornar-se em delegação leonina. Não faz sentido, a existência de Núcleos Leoninos com atividade desportiva competitiva e que eventualmente venham a defrontar equipas do Sporting como já ocorreu, tal desvirtuamento só se deve à vaidade dos homens que dirigem os núcleos e por essa via criar mecanismos de afirmação social e / ou receberem subsídios do poder politico autárquico ou ainda vislumbrarem uma oportunidade de intervenção politica para através de obra desenvolvida no núcleo.
Voltemos à doutrina que defendemos sobre o papel dos núcleos sportinguistas, torna-se grave em qualquer período que os núcleos tomem uma qualquer posição em período eleitoral expressando o apoio a um candidato em detrimento de outro. Mais grave ainda um núcleo ou um grupo de núcleos decidirem expressarem condenações para um qualquer associado do Sporting, porque devem ter um tratamento equidistante em certas matérias.
Preocupa-nos que os núcleos ao invés de criticarem fatos e atos ocorridos pelos nossos adversários desportivos, expressem opiniões para com associados que são tão livres de se expressarem como os dirigentes dos núcleos e estes têm autonomia institucional. Ou será que os seus dirigentes não tendo coragem individual escondem-se atrás da instituição que representam, sem se calhar terem levado a decisão ao órgão próprio do núcleo.
Tal como acontece noutras instituições, os dirigentes dos núcleos não devem eternizarem-se nos cargos, fazendo dessa atividade a sua profissão.
quarta-feira, 6 de março de 2019
(DES) UNIR SPORTING ?
Esta crónica deveria ter sido publicada há uma semana no novo site Tribuna Leonina, como deduzo que terá havido censura na sua publicação tomo a iniciativa em publicar diretamente neste espaço da minha total responsabilidade.
Há slogans de campanha eleitoral que soam bonito e até podem ser agregadores das multidões, mas o pior é quando “o chefe” do grupo é um lobo mau em pele de cordeiro. Como estamos próximos do Carnaval a máscara vai caindo e mostrando as fragilidades da mensagem anterior.
Para unir uma massa associativa, além dos resultados é necessário ser responsável e verdadeiro líder de uma estratégia, porque os táticos morrem a curto prazo por não terem conteúdo.
Não temos problemas em transmitir o pensamento na divergência porque acreditamos construir sempre a partir daquela a convergência de práticas boas no caminho dos sucessos.
Falar verdade e transmitir fatos e atos como se fossem transparentes na gestão, é preciso ter maturidade e responsabilidade institucional, porque nem sempre fazer uma radiografia do passado é bom presságio. Até porque, há dados que já eram do conhecimento de alguns que possuem alternativas de gestão.
Entendemos que a conferência de imprensa do Conselho Diretivo na semana passada pouco ou nada trouxe do que era do nosso conhecimento e fazê-lo neste momento negativo desportivo, é desviar as atenções e procurar criar um obstáculo (inimigo) para justificar o insucesso de decisões assumidas.
Não podemos esquecer que a máquina montada pela Comissão de Gestão foi para proteger interesses instalados com pessoas que pertenceram ao Conselho Diretivo anterior.
É o momento de deixarmos de táticas ao sabor do vento e assumir uma união com estratégia. Sabemos que estamos a pedir o impossível a alguém que durante anos não foi claro nem transparente enquanto funcionário do clube e agora a liderar tem dificuldade em fazer separações dos compadrios em que viveu.
Se há matéria conclusiva de crimes cometidos entregue-se os dados às instâncias devidas internas e do Estado, não é necessário andar a fazer propaganda com conclusões preparatórias. Assuma-se com hombridade que não conseguiremos êxitos desportivos, nomeadamente no futebol por um período de X anos, por ser necessário estabelecer equilíbrios de gestão e adequar o clube de determinadas infraestruturas, agora hipotecar de forma dramática os próximos anos para atender a questões de curto prazo é prosseguirmos a politica errada de gestão.
Deste modo falamos claros, honestos e transparentes na unidade sportinguista, porque acreditamos num objetivo futuro com racionalidade na emoção.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
SEM MAIS JORNAL 19FEV23
ASSOCIATIVISMO NOS DIAS DE HOJE
Olhando para os Tratados internacionais e sequencialmente nas Leis dos Estados, começando pela Constituição da República há parâmetros legislativos para regular as atividades associativas.
O Mundo evoluiu e a vida associativa acelerou as decisões pelo dinamismo. Por vezes, o mediatismo atinge níveis que não se compadece com práticas “ritualistas” que ocorrem nas reuniões formais onde se finge que existe uma salutar democracia, posteriormente há pessoas que se anulam nas atividades e sobrevivem os menos competentes, através da intriga social.
Uma associação moderna em qualquer atividade tem recursos humanos com um grande valor histórico, no entanto só sobrevive se conseguir captar novos “clientes e / ou utentes”.
Com isto, pretendemos afirmar que o grau de compromissos e de responsabilidades na gestão associativa, também hoje em dia, podem ser assumidos de forma diferente ao formalismo do antigamente.
Somos dos que respeitamos a História associativa e respeitamos a dedicação e empenho de muitos bons dirigentes.
Infelizmente, muitas associações são destruídas por incompetentes, irresponsáveis e mal-educados que proliferam na sociedade, alguns com os truques de “xico esperto”.
Não concebemos que muitas associações sobrevivam com atos de gestão desonestos, mas também o empenho de carolas do antigamente, não é o caminho. Uma associação deve ter na liderança uma personalidade com carater de idoneidade, não promiscuo a interesses pessoais independentemente de ser compensado pelos custos que possa a ter na atividade quotidiana. Tudo de forma transparente e clara.
Há por aí muitas “ditas” personalidades que apesar de sua idade “mais kotas ou não” consideram-se detentores de uma associação e por isso evitam a todo o custo o seu crescimento, porque desse modo têm o seu “orgasmo” social.
Uma associação é e tem que ser um exemplo de empreendorismo na escala e no âmbito adequado ao seu alcance, para além de que os atos de gestão dolosa praticados por dirigentes devem penalizados com o seu próprio património pessoal, convictamente as irresponsabilidades diminuiriam no mundo associativo.
Também é um fato que hoje muito provavelmente existem associações débeis e em elevado número para a disponibilidade de recursos humanos, mas no entanto acreditamos que as tecnologias, e o uso de “net-working” estão ao dispor da atividade associativa.
Somos defensores da agregação das pessoas nas diversas formas associativas, incluindo as tecnológicas.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
CLARIFICAÇÃO DE CIDADANIA - 1
Sou cidadão livre e penso pela minha cabeça sem amarras para sobreviver, dedicando-me às causas públicas em que acredito.
Perante noticias com interpretações errados irei clarificar mentes perturbadas e campanhas negras que pretendam coartar a minha liberdade:
1. Não solicitei nenhuma investigação ao Presidente do Conselho Diretivo do Sporting Clube de Portugal;
2. Solicitei que averiguassem os procedimentos legais cumpridos ou não por parte de um cidadão enquanto militar e que invoca constantemente a instituição para demonstrar a sua dignidade;
3. Se no passado, em 2004, tivessem investigado o que pedi, Portugal não teria tido a crise grave por que passou. A verdade só veio ao de cima em 2014;
4. Assumi-me frontalmente contra a estratégia empresarial que foi destruindo o Império Desportivo que se chama Sporting Clube de Portugal na era Roquette. Mas não deixei de comer “croquetes” em casa ou nos restaurantes!
5. Se me perguntam o Sporting perdeu controlo e força nos chamados bastidores desportivos e políticos entre outos, digo sim! Desde o saudoso João Rocha!
6. Quem foi o primeiro presidente a manipular as claques no Sporting chama-se: José Sousa Cintra!
7. Luis Filipe Vieira devia ter sido investigado e eventualmente condenado sim, desde o tempo em que estava no Alverca Futebol Clube;
8. Pinto de Costa devia ter sido investigado e eventualmente condenado sim, desde o tempo em que assaltou o poder de Américo de Sá no Futebol Clube de Portugal.
Como cidadão não fico em silêncio e quero uma sociedade de homens mais justa na competência e puna os infratores
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
TRIBUNA LEONINA
http://tribuna-leonina.com/?cronicas=etica-desportiva-e-coerencia&fbclid=IwAR0eULxMFiOoxMnwBciM_agURQ-LUzWuaJZnobsH5He5iDtA5YGnXwwCKrA
ÉTICA DESPORTIVA E COERÊNCIA
Convictos que chegaríamos ao dia de hoje, fomos afirmando junto dos que nos são mais próximos que só faríamos considerações mais frontais perante a atual gestão desportiva após 31 de Janeiro; disto são testemunhas dezenas de sportinguistas com quem nos cruzamos desde Setembro.
Não esperávamos ter tanto para afirmar, e é com mágoa pelo destino a que estamos condenados, enquanto apaixonados pelo Sporting Clube de Portugal.
Consideramos que estudando e compreendendo a massa associativa e adepta do Sporting, também compreenderíamos os problemas de Portugal. Com isto, e de forma simplista pretendemos afirmar que os sportinguistas cultivam rapidamente as emoções e os projetos de sucesso a curto prazo, ao invés de decidir em linhas estratégicas de médio e longo prazo.
Em pré-campanha eleitoral fomos singulares na frontalidade em considerar que nesta época os sportinguistas não confiassem com o título de campeão no futebol. Tivemos razão antes de tempo. E muito provavelmente estamos a hipotecar a próxima época.
Um Presidente que não tem uma linha estratégica de pensamento, e que procura surfar na onda de pequeno sucesso, (tal como no passado recente, mas por enquanto de forma educada), não augura bom futuro.
Um presidente de clube que invoca os seus valores éticos militares, quando neste momento se aguarda pela investigação do Ministério Público à sua carreira militar, a qual está preenchida por eventuais questões nebulosas e duplicidade de benefícios materiais à margem das Leis do Estado; como dizíamos é um presidente que não é digno de invocar instituições com valores bem superiores.
Um presidente fraco é aquele que não tendo ideias sobre o que é gerir um clube, mostra instalações que não devem mostradas e para cúmulo tem o desplante em apresentar o sucessor no quadro clinico dizendo que agora há melhores condições, que no passado recente. Então o que andou a fazer durante todos este anos? Nunca se ouviu nem se soube que tivesse criticado o que acontecia. A isto chamamos falso profeta da desgraça.
Um presidente do clube que dispensa um treinador de forma cobarde e nas condições em que foram feitas, para contratar alguém perfeitamente desconhecido e pouco conhecedor do futebol, ou é lírico ou é louco, porque não sabe onde andou durante todos estes anos.
Um presidente de clube que se vê rodeado por pessoas que o comandam, como o atual presidente da Mesa da Assembleia Geral, que nunca pode ser presidente do clube por ter explicar se os promotores da sua candidatura a Bastonário não estiveram por trás (mais tarde) na compra do património do clube. È um presidente de clube fraco!
Um presidente que fala de justiça desportiva para comprar “guerra” com outros adversários que sujam o desporto, aqui tem razão, mas depois falta-lhe coragem para afirmar que a justiça também tem que ser dura com o seu antecessor. É um presidente de cartilha e falso nos valores que apregoa.
Quebramos o nosso silêncio e não nos calaremos até os sportinguistas se apercebam do logro em que mais uma vez se viram envolvidos na escolha eleitoral.
Continuaremos a empunhar a nossa bandeira da frontalidade e transparência pelo esforço, dedicação, devoção e glória do nosso Sporting.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
