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quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

BALANÇO DO ANO 2018 DO SPORTING ACREDITAR

O ano de 2018 pode considerar-se positivo pela capacidade agregadora que este grupo conseguiu para suscitar debates e intervenções no Sporting. Tratando-se de um grupo que está menos preocupado com a conquista do poder e o mediatismo, quando foi necessário algum protagonismo em torno de uma candidatura às eleições os obstáculos para que mensagem chega-se a vários adeptos e associados o trabalho não foi fácil, bem pelo contrário. Houve a disponibilidade voluntária de alguns elementos, como em tudo na vida, também apareceram elementos com cinismo e hipocrisia quanto baste, apenas se esforçaram para marcar presença, no entanto pouco ou nada contribuíram Se no passado muitas das intervenções em torno deste grupo foram críticas diretas ao modelo de gestão adoptado, no futuro próximo há necessidade em estar atento aos acontecimentos, porque o futuro ainda é incerto. Foi com honra e dignidade que alguns elementos deste grupo integraram e acrescentaram valor, também em termos de ideias e programa, à lista liderada por José Maria Ricciardi. O ano 2019, deve ser mais uma possibilidade para quem se sinta bem em torno deste grupo criar uma dinâmica de vivência do Sporting, refletindo sobre assuntos leoninos e amadurecendo ideias e projetos. Apesar de alguma divergência, não somos oposição; mas procuraremos a partir da opinião diferente, convergir para termos um Universo Leonino mais consolidado no crescimento e não viver de populismo ciclópicos. É preciso olhar para um trabalho de uma década e assim acabamos as crises permanentes. Somos dos que mais estudamos a História do Sporting e do desporto em geral, o ano 2018 foi crítico, mas sabemos de antemão que não se sai do período mais negro com atos milagreiros e medicinais num ápice, há que persistir na união e no diálogo construtivo. Viva o Sporting Clube de Portugal

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

SEM MAIS JORNAL 18DEZ15

O QUE É O NATAL? OU QUE SE COMEMORA? A Cristandade comemora o nascimento de Jesus de Nazaré no dia 25 de Dezembro. No entanto não se sabe a data e local do nascimento de Jesus de Nazaré. As escrituras não nos prestam qualquer ajuda. E o Evangelho canónico mais antigo, Marcos, ignora tudo da infância de Cristo. Mateus situa o nascimento de Jesus em Belém de Judá, por causa da profecia de Miqueu. João situa-o vagamente na Gaileia, citando, também a profecia segundo a qual o Messias deveria vir à luz em Belém. Só a partir do Século II da nossa era que a Igreja entendeu dever situar no ano a data de nascimento de Cristo. Clemente de Alexandria propôs o 18 de Novembro. Outros avançaram a data de 2 de Abril, ou 20 de Abril por exemplo entre outras. Os egípcios sustentavam o 28 de Março. Em 243, o documento “De Pascha Computus” tomou a decisão pelo 28 de Março! Na primeira metade do Século II, os Basílicos do Egipto (seita semicristã de gnósticos que operava no Egipto) seguidos pelos cristãos da Síria, pronunciaram-se pelo 6 de Janeiro, devido a influência do culto de origem grega de Dionisio. Assim, tal se compreende que aparentemente sob a influência tripla daquele culto, de Osíris e de Aion, que o nascimento de Jesus então idêntico à Epifânia, foi primeiro fixado em 6 de Janeiro. Por essa razão foram situados na mesma data dois outros acontecimentos miraculosos: batismo de Jesus nas águas do Jordão e o episódio das “Bodas de Canã”. Em 386, foi decidido oficialmente que as duas grandes festas cristãs são a Páscoa e a Epifânia. Mas, nessa época no Ocidente, uma outra tradição veio à luz. O nascimento de Cristo foi fixado em 25 de Dezembro. Tal opção se deve às antigas tradições europeias do solstício de Inverno, bem como algumas festividades mais especificamente romanas, tais como as antigas Saturnais ou o jovem culto do Deus Mitra. O solstício de Inverno, marca o período mais sombrio do ano, aquele em que os dias são mais curtos e as noites longas, constitui uma das festas mais importantes dos povos de origem indo-europeia. O 25 de Dezembro foi sempre celebrados entre os povos germânicos e anglo-saxões com mais entusiasmo que o Oriente, onde declínio do calor causava mais prazer que o seu aumento. A Igreja dos primeiros séculos, ao escolher o 25 de Dezembro como a suposta data do nascimento de Jesus, operou um sincretismo subtil. Cristo, da mesma penada, foi assimilado ao “Sol Invicto”. Recorde-se oportunamente que a Bíblia chama ao Messias “O Sol da Justiça” (Malaquias 4,2). Por sua vez “Sol Invictus” era o nome da festa que celebrava em Roma o 25 de Dezembro, porta solsticial das encarnações divinas, por ocasião da noite mais longa. No lugar desse sol escondido, colocamos a estrela de Natal. A primeira menção latina do 25 de Dezembro como festa da Natividade remonta ao ano 354. Mas, nessa data, nenhuma cerimónia particular ainda lhe estava associada. Em 440, a Igreja decide oficialmente celebrar o nascimento de Cristo em 25 de Dezembro. Em 506, no Concílio de Agde, o Natal tornou-se uma festa obrigatória. As comunidades cristãs da Arménia e da Síria, em particular, ficaram horrorizadas com a escolha do 25 de Dezembro que qualificavam de “jornada de festa pagã”. Acusando a Igreja do Ocidente de “idolatria” decidiram ficar fiéis ao 6 de Janeiro. A fusão dos costumes do Natal e das antigas tradições do solstício de Inverno tornou-se com o decorrer dos séculos cada vez mais estreita. A origem “pagã” da festa de Natal parece hoje ser admitida comummente. Foi caracter “pagão da festa que lhe valeu não ser posta em pelos extremistas da fé e hoje é sem dúvida a maior festa do Mundo. É deste modo que a todos desejamos um Feliz e Santo Natal e um Ano Novo ainda mais próspero no progresso da Humanidade, da Igualdade e da Fraternidade.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

SOBRE A DETENÇÃO DE BRUNO DE CARVALHO

Não festejo a detenção seja de quem for, com a exceção do momento em que aconteceu a José Sócrates, porque fui altamente perseguido. Em relação aos sportinguistas detidos e em especial no que se refere ao ex-presidente Bruno de Carvalho, faço votos que o processo seja célere e conclusivo. Nada me surpreende por muita informação estudada e analisada, por mim próprio, nunca calei a voz do que poderia acontecer desde 2013; nem as queixas junto do Conselho Fiscal e Disciplinar me fizeram afrouxar o combate pelos valores mais nobres do ideal leonino. Seria oportuno que muitos que viveram das benesses do Bruno de Carvalho e hoje mantém funções diretivas sejam chamados a deporem e investigados pelas conivências de gestão e idolatraram uma personagem deste calibre. Não ficarei quieto, nem calado, porque assumo valores de alternativa na gestão desportiva.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

SEM MAIS JORNAL 18SET08

ENTREVISTA A BOLA

terça-feira, 4 de setembro de 2018

SONDAGEM ADULTERADA

Hoje em dia, qualquer agente ou mero observador de uma eleição procura todo o tipo de informação para acompanhar um ato eleitoral, nomeadamente recorrendo a sondagens de opinião. O que assumo hoje, é da minha total responsabilidade como sempre fiz na vida, na frontalidade e na transparência e estarei pronto para assumir as consequências. Estou mais do que empenhado no ato eleitoral do Sporting, estou convicto do caminho que pretendo para o meu clube e acredito que muitos milhares assim pensam. Estou cansado de manipuladores de opinião, como donos de empresas de sondagens, do tipo Rui Oliveira e Costa, que instruem os inquiridores a só sondarem as pessoas com determinado tipo perfil, aceitam que vários inquiridos participem em diferentes postos de controlo e não usam dados credíveis do universo eleitoral. Em dez sondagens que fazem em diferentes áreas sociais, acertam uma. Assumo o que estou a afirmar porque isto passou-se na pseudo amostragem feita no sábado no Estádio de Alvalade. A empresa Intercampos presta um mau serviço público manipulando informação para procurar condicionar o ato eleitoral. Aquele senhor é useiro em utilizar métodos desta natureza com o seu ar mais angelical do mundo. E mais não pretendo afirmar porque será cara a cara que voltarei a qualifica-lo. Friso que assumo o que aqui afirmo! Sempre pugnei pela verdade e transparência e não vendo a minha alma ao diabo!

terça-feira, 7 de agosto de 2018

SEM MAIS JORNAL 18AGO04

HUMILDADE EM ESPIRITO DE MISSÃO Todos os que sentem e vivem o serviço à causa pública em prol da sociedade, são cidadãos que se expõem facilmente ao escrutínio popular e sujeitos às verdades e às falsidades. Muitas das vezes e na atualidade há uma enorme facilidade em fazer um escrutínio popular pelas redes sociais sem conhecermos as pessoas diretamente. Uma liderança faz-se de decisões sabendo interpretar sinais, no entanto o sucesso das lideranças ocorrem pelas equipas que acompanham e pela determinação em certos momento difíceis. Nunca nos negamos a pensar e agir de forma livre e em consciência do coletivo institucional, particularmente quando há princípios e valores relevantes com História de mais de um século. Liderar instituições há um valor que deve estar sempre acima de tudo, é o carater com humildade. A coragem dos líderes mede-se ao fim de trabalho feito e são sempre facilmente criticados quando as situações não são em sinal de poder ou vitória final. Quantos e bons líderes ficam encolhidos porque diversos fatores influenciaram a recuar, da nossa parte assumimos os compromissos e a coerência de princípios mantendo sempre a disponibilidade no serviço dos valores institucionais em que acreditamos. Sabemos nos momentos adequados possuir a determinação das decisões que nem sempre são as mais agradáveis, no entanto o todo é mais importante que as partes em somatório. Não estamos preocupados com os egoístas e maldizentes porque esses nunca terão coragem em assumir compromissos de liderança. Por outro lado, os melhores projetos resultam das salutares convergências de esforços na frontalidade em divergências que com diálogo permitem convergir e consolidar ideias e projetos. O Sporting Clube de Portugal exige unidade, humildade em servir e agregação de esforços. Por nós, continuamos no Sporting Acreditar porque temos cultura desportiva e a sabedoria respeitando experiências e a História fundacional do clube.