sexta-feira, 1 de agosto de 2014
QUEBRAR O SILÊNCIO
A vida faz-se caminhando e pelo caminho seguindo o infinito que só Ele sabe onde vai dar.
Sou livre e bons costumes e é chegado o momento de retomar a atividade escrita de forma independente e sem tabus.
Retomarei de forma periódica a exteriorização de palavras e frases que permitam construir pedra sobre pedra o castelo que deixamos nesta vida.
domingo, 8 de junho de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
domingo, 6 de abril de 2014
segunda-feira, 3 de março de 2014
ALCAXETE 14FEV27
O dealbar de 2014, em termos pessoais tem-me proporcionado ultrapassar inúmeras dificuldades e fui refletindo sobre situações comuns a outros cidadãos.
Olhando para o ano de 2013, o qual teve a temática dedicada ao envelhecimento ativo. É fácil apregoar a teoria e difícil colocar em prática. Alcochete, tem a particularidade especial de ser fácil colocar em prática uma gestão virada para o futuro e não redutora e de curta vista.
Aposta-se no embelezamento da frente ribeirinha, mas descura-se o investimento na política estratégica desportiva. Há anos que combatemos a inatividade da população portuguesa, que consequentemente acarreta custos no Estado Social, que todos ambicionamos seja diferente.
Uma Câmara Municipal que viola compromissos e regras básicas e não olha para gestão dos espaços desportivos, preferindo a política do subsídio dependência. Anualmente, está a hipotecar o futuro. É fácil criar condições lúdicas para aqueles que votam e descurar as condições para o quotidiano das nossas crianças e jovens, porque estes ainda não votam.
Tem que existir um objetivo quantificável para a médio prazo aumentarmos consideravelmente a população a praticar atividades física e desporto, se assim acontecer de forma gradual em todos os escalões etários, contribuiremos para um Estado Social mais adequado às próximas gerações.
O envelhecimento ativo cultiva-se a partir da formação e educação proporcionada na criancice e adolescência
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
ALCAXETE 13NOV29
PENSAMENTOS LIVRES – DESPORTIVOS
Desde o meu último contributo nesta coluna ocorreram as eleições autárquicas, nada se alterou de substancial no quadro executivo em Alcochete. No entanto, foi confrangedor a ausência de debate eleitoral e escassez de ideias programáticas apresentadas, nomeadamente na área desportiva.
Alcochete continua a ter condições excelentes para a atividade física, lazer e desportiva fatores que em muito podem contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população trabalhadora no médio e longo prazo, mas os índices de eventos e praticantes é dos mais baixos na área metropolitana de Lisboa.
Ao longo dos vários anos temos apresentado contributos que não exigem subsídios estatais mas muita criatividade de quem os promove em parcerias de serviços com vários agentes, ao invés persegue-se o culto da dependência e compra do voto pela troca do subsídio.
Se cada um dos cidadãos residente em Alcochete fizesse um pouco mais pelo coletivo estaríamos muito melhor individualmente, esta receita replicada pelo país, estaríamos quase no paraíso em Portugal.
Vivemos de ilusões, como o êxito da seleção de futebol que no limite qualificou-se para a fase final do Brasil, mas o coletivo pouco trabalhou, mas ressaltou uma estrela que se empenhou pelo todo e catapultou o êxito de toda uma nação.
É urgente repensar o número de coletividades desportivas e lazer que simulam atividades no concelho e aglutinar esforços para concentrar qualidade e quantidade de praticantes em todas as idades e género.
Acredito que atual Presidente da Câmara que já não poderá ser reeleito possa ter uma visão de futuro deixando para trás a perspetiva redutora de um mandato.
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